13 / 05 / 13 – 2ª Maluca!

Dia 13 de maio de 2013 no bar Opinião tem o projeto 2ª Maluca,
capitaneado pelo produtor Marcio Ventura.
Nesse dia subo no palco pela 1ª vez para tocar canções do meu 2º solo cd,
A ORDEM NATURAL DAS COISAS.
Nessa nova fase estou muito bem acompanhado pela seção rítmica formada por Fabricio Mendonça no baixo e Rodrigo Fischmann, da Dingo Bells, na bateria. Além de músicas do 2º cd, também tocaremos canções do cd DOSSIÊ CAMALEÃO e uma releitura surpresa. Engrossando o caldo, conto com as participações especialíssimas de Arthur de Faria e Diego Lopes.

Depois do meu set, tem o show do compadre Gustavo Telles & os Escolhidos,
mostrando em 1ª mão o vídeo clipe de “Posso me perder”, tocando os temas do seu 1º cd e músicas novas.

O QUE: Segunda Maluca apresenta:
Shows com Gustavo Telles & os Escolhidos + Luciano Albo & a Bifurcação
Discotecagem: Claudio Cunha + DJ Jamaica
QUANDO: segunda-feira, 13 de maio de 2013. A partir das 21 horas.
Cerveja em dobro até 23 horas.
QUANTO: Antecipados :R$20,00
Na Hora: R$30,00
PONTO DE VENDA:
Back in Black(Shopping Total- Loja 2119 – fone:3018-7619)
ONDE: Opinião – Rua José do Patrocínio 834 – Cidade Baixa – Porto Alegre/RS
INFORMAÇÕES: www.reimagroproducoes.com / www.opiniao.com.br

 

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Diego Lopes e o Prêmio Açorianos

Na edição da Zero Hora do dia 23/03, me deparei com uma matéria apontando semelhanças do cd de estréia do compositor Diego Lopes com a obra do norte-americano Ben Folds, argumentando que o mesmo sofra uma desclassificação do Prêmio Açorianos.

Enquanto produtor do cd, eu sempre soube da afinidade entre os dois trabalhos,
já que conheço bem a obra do Ben Folds Five, mas nunca achei que isso pudesse acarretar algum problema, já que as melodias do Diego Lopes são originais.

Na matéria da ZH temos a sugestão que Diego deveria ter citado Ben Folds no encarte do cd. No entanto, não me recordo de ver textos explicativos nos discos do Led Zeppelin dizendo “nossa obra está baseada” em Howling Wolf, Bert Jansch, Albert King, Willie Dixon…ou mesmo no projeto paralelo do Green Day, Foxboro Hot Tubs, citando no encarte Kinks, Who e Monkees.

Estamos falando de primeiro disco de um compositor jovem, buscando a sua identidade, baseando a sua criação em artistas com estéticas que o influenciam.

Eu aposto as minhas fichas no talento do Diego e sei que o tempo mostrará o que ele pode oferecer como um compositor autoral.

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Memórias – Uma Homenagem a Carlinhos Hartlieb

Está no ar o 1º vídeo extraído do espetáculo realizado em 2012 no Teatro do Bourbon Country. Com Mateus Mapa, Beto Chedid, Nicola Spolidoro, Vivian Schäfer, Rene Goya, Rafael Révi, Janaína Falcão, Duda Guedes, Marcelo Delacroix, Andrea Avila, Gerry Marquez, Rodrigo Panassolo, Rodrigo Delacroix, Leandro Lefa e Piquet Coelho.

Mixagem do áudio feita por este que vos fala 🙂

Memórias – Uma Homenagem a Carlinhos Hartlieb from Estação Filmes on Vimeo.

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Zero Hora – Segundo Caderno – 08 jan 2013

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Os 10 anos entre o “Dossiê” e a “Ordem Natural”

2002
Até que enfim finalizei meu primeiro cd.
Mas o que é que eu faço com ele agora?

2003
Que legal! Consegui fazer uns shows, mas isso é muito cansativo…
As músicas são difíceis de serem reproduzidas e carreira solo é um troço caro de bancar :/

2004
Preciso fazer canções novas.
Comecei a gravar “Respeitável Público” no apto do Bomfim.
Já tenho metais do Carlos Mallmamm e Roberto Scopel nessa
+ violinos do Daniel Timm e bateria do Papel em “Um Sol em Vão”
Cool!!

2005
Já tenho uma lista pra um novo cd.
Não tenho tempo pra fazer as minhas coisas.

2006
Aquela leva de músicas de 2003/04 não são tão boas assim. Engavetar!
Paulo James me ajudou a resolver 3 sons novos que parecem bem boas.
(Bem Melhor do que tudo, Número Ímpar e Reza a Lenda)
Também fiz parcerias com Egisto Dal Santo e Fernando Peters.

2007
Sigo sem tempo pras minhas coisas, mas tão pintando outras canções.
Esse 2º cd tem que ser diferente do primeiro.

2008
No final do ano fiz guias pras começar a gravar.
Convidei 7 bateristas pra gravar 11 músicas.
Biba Meira, Diego Silveira, Paulo Arcari, Paulo James,
Ronie Martinez, Gustavo Telles e Pedro Petracco.
2 dias de estúdio. Deu tudo certo!!
Bóra pra casa pra editar os melhores takes e começar a gravar os baixos.

2009
Começo a fazer overdubs em casa e no Studio Rock.
Trumpetes do Nader e clarinetes do Alexandre em “Reza a Lenda”.
Pianos do Diego Lopes em “Respeitável…” e “Tudo de Novo”.
Wurlitzer do Leães em “Hoje o Mundo é meu”.
Baixos do Peters em “Número Ímpar” e “Mesmo que Você”.
Que legal!!!

2010
Acabei uma letra que faltava com o Homero Luz.
O cd tá bem encaminhado.
Vários outros amigos já participaram. Faltam outros!
Falta “pouco” pra acabar a captação.
Será que eu consigo ainda esse ano?

2011
Participações do Arthur de Faria em “Mais parece um Crime”
e do Egisto cantando comigo em “Anjo Caído”.
Sigo fazendo overdubs e melhorando os vocais.
Ainda preciso resolver vários detalhes de arranjo.
Dezembro – Fechado o negócio para mixar com Ducky Carlisle em Medford/MA.
Agora cada dia é preciosíssimo para finalizar a captação.

2012
Agendada a mixagem pro início de fevereiro.
Gravando praticamente tudo o que falta em termos de vocais.
Elizandro Selle, Homero Luz e Décio Andrade vem dobrar quase todos os vocais do cd
e ajudam também a melhorar alguns arranjos pra 3 vozes. Tá ficando demais!!
Piano de saloon do Leães em “Medida”.
Fevereiro – Tudo corre muito bem nos USA. Foram 9 dias de mixagem
e um dia gravando bases pra 4 músicas novas com Ducky Carlisle na bateria.
No final de fevereiro o cd já está masterizado.
Agora só falta resolver a capa…
Maio – Problemas com o deal na prensagem via Monstro discos.
Foram 5 meses pra receber o cd OK…
Outubro – Agora tem que divulgar e montar um show!!! 🙂

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Mash Up de She’s Leaving Home + What’s Going On

Muito pode ser dito sobre James Jamerson, o lendário baixista da gravadora Motown,
mas nada se compara como ver e ouvir o Funk Brother em ação. Boa parte do acervo da gravadora nos anos sessenta conta com o groove irretocável de Jamerson. Smokey Robinson, Supremes, Marvin Gaye, Stevie Wonder, Jackson 5, entre dezenas de artistas.
Ouvido absoluto, virtuoso no instrumento, tocava somente com o dedo indicador e usava cordas velhas pra tirar aquele timbre grave.
9 entre 10 baixistas ingleses eram fã dele na década de sessenta.
McCartney, Entwistle, John Paul Jones…mas ninguém sabia seu nome, já que os músicos acompanhantes não eram creditados. Seu nome só veio à tona no início da década de setenta em álbums como o antológico “What’s Going On” de Marvin Gaye.
Na década de 90 foi lançado o livro Standing in the Shadows of Motown, sobre Jamerson, com o prefácio escrito por Paul Mccartney, destrinchando a obra e o approach do mestre, e anos depois dando nome a um documentário de mesmo título sobre a história da gravadora Motown.

Faz alguns anos, muitos arquivos de gravações famosas vazaram na web. Nessa época consegui cópias de multi-tracks dos Beatles, Doobie Brothers, Queen e Marvin Gaye. Depois de algumas semanas apreciando esse material fantástico, me dei conta das semelhanças nas harmonias de She’s Leaving Home (1967), valsa de Paul McCartney do álbum Sgt. Pepper’s, e What’s Going On (1971), do homônimo álbum de Marvin Gaye, ambas em Mi maior. Meu instinto musical começou a apitar e me questionar o quanto eu poderia mesclar as canções. Quando vi que daria certo, me atirei de cabeça por mais de semana para recortar e esticar os áudios de uma forma que fizessem sentido e mantivessem a beleza das obras originais. Há quem pense que cometi um despropósito ou desrespeito, mas a grande maioria dos comentários é positiva.

Aqui, um post no site da Fender sobre James Jamerson, e aqui, um discípulo que entendeu tudo, e posta vídeos fantásticos no youtube.

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